CIRCUITO IRON ADVENTURE DE TREKKING – MINAS GERAIS
FEMEP – FEDERAÇÃO MINEIRA DE TREKKING
REGRAS DO ESPORTE
REGRA 1 – Categorias
1. As Categorias para uma prova de Trekking deverão ter o seguinte formato:
– Categoria Elite
– Categoria Graduado
– Categoria Trekker
– Categoria Novato
2. Este formato deverá ser respeitado por todas as ORGANIZAÇÕES federadas.
3. Uma equipe que esteja classificada pela federação em uma determinada categoria não poderá participar em outras categorias.
4. Categoria Elite – Somente serão aceitas inscrições de equipes que foram classificadas nesta categoria pela Federação no ano anterior, limitando-se a 15 equipes.
Equipes de outros estados poderão se inscrever nesta categoria desde que participem em categoria similar em seus estados de origem.
Ao final da temporada (anual), as 15 (quinze) melhores equipes classificadas pela federação deverão permanecer nesta categoria, o restante das equipes deverão competir obrigatoriamente na categoria Graduado no próximo ano salvo equipes de outros estados, onde a federação respeitará as regras locais. Para essa classificação, será considerado o ranking unificado das categorias elite e graduadas de todas as competições filiadas.
5. Categoria Graduado – Somente serão aceitas inscrições de equipes que foram classificadas nesta categoria pela Federação no ano anterior sem limite de número de equipes.
Equipes de outros estados poderão se inscrever nesta categoria desde que participem em categoria similar em seus estados de origem.
6. Categoria Trekker – Somente serão aceitas inscrições de equipes que foram classificadas nesta categoria pela Federação no ano anterior sem limite de numero de equipes.
Equipes de outros estados poderão se inscrever nesta categoria desde que participem em categoria similar em seus estados de origem.
Ao final da temporada, as 15 (quinze) melhores equipes classificadas pela federação deverão subir para a Categoria Graduado obrigatoriamente. Para essa classificação, será considerado o ranking da categoria trekker.
Esta Categoria também receberá todas as equipes da categoria NOVATO que tenham participado de no mínimo 4 etapas, em qualquer circuito filiado, dentro do ano anterior.
6. Categoria NOVATO – Inscrições abertas a todas as equipes que estão iniciando no Trekking.
Todos os integrantes da equipe deverão ser iniciantes no esporte. Caso haja pelo menos um integrante com experiência, a equipe deverá se inscrever na categoria Trekker por não se caracterizar como equipe Novata.
Ao final da temporada, todas as equipes que participaram de pelo menos 4 etapas, em qualquer circuito filiado, deverão subir para a categoria Trekker.
7. A Federação será responsável pela divulgação mensal do Ranking das equipes por categoria de todas as ORGANIZAÇÕES federadas em seu site www.femep.com.br. Também é de responsabilidade da federação informar ao final de cada temporada o ranking final das equipes em cada categoria às ORGANIZAÇÕES. Caso a Federação não informe em tempo hábil, cada ORGANIZAÇÃO poderá aplicar os critérios acima baseando somente no ranking da sua ORGANIZAÇÃO.
REGRA 2 – Horário de largada
1. O horário de largada da primeira equipe, em cada prova, será definido e divulgado pela ORGANIZAÇÃO.
2. A ORGANIZAÇÃO disponibilizará em local visível o horário oficial de cada prova, que será a única referência de tempo, seja para os participantes, seja para a ORGANIZAÇÃO.
3. O horário de largada de, no mínimo, as 3 (três) primeiras equipes por categoria respeitará o resultado da etapa anterior de cada ORGANIZAÇÃO e logo a ordem de confirmação de pagamento. Fica a critério de cada organização aumentar ou não esse número.
4. O intervalo de largada entre as equipes será determinado pela ORGANIZAÇÃO, e poderá ser diferente para cada prova, categoria ou grupo de equipes de cada categoria.
5. A alteração de horário de largada de uma equipe só será possível mediante autorização da ORGANIZAÇÃO, e poderá ser causa de penalidade à equipe.
6. Caso não haja PC de largada nas etapas, a mesma se dará de forma automática, sendo exclusivamente da equipe a responsabilidade de estar de acordo com o horário oficial da ORGANIZAÇÃO e proceder à sua largada.
REGRA 3 – As provas
1. A ORGANIZAÇÃO definirá os locais das provas e os divulgará em tempo hábil para as inscrições.
2. A ORGANIZAÇÃO definirá os locais de largada e chegada de cada prova, que podem ou não ser coincidentes.
3. As provas poderão acontecer em horários diurnos e/ou noturnos.
4. Nosso esporte é predominantemente praticado em ambientes naturais, é um esporte rústico. Os locais que recebem nossas etapas nem sempre possuirão infra-estrutura (restaurante, banheiros, chuveiros, etc.) suficiente para satisfazer plenamente a quantidade de pessoas que participam de nossas provas. Neste ponto, contamos com a compreensão e colaboração de todos.
5. Cada prova compreende o período de tempo entre a abertura do check-in até a divulgação do resultado oficial.
PERCURSO
6. As provas poderão conduzir os participantes por ruas, becos, estradas pavimentadas, secundárias, privadas ou abandonadas; por trilhas fechadas ou abertas, pastos, rios, lagos, subidas ou descidas, podendo haver trechos, direções ou velocidades diferentes para cada categoria.
TIPOS DE TRECHOS DAS PROVAS
7. Regularidade / Velocidade: São trechos representados por um número, indicando a velocidade média a ser mantida, em Metros por Minuto.
8. Deslocamentos: São trechos identificados na planilha, que servem para travessia de rios, lagos, atoleiros, trânsito, etc, onde não haverá média de velocidade imposta, mas um tempo pré-determinado para essa travessia. Esse tempo é identificado na planilha por: Hora, minutos e/ou segundos: Ex: 01:02:45, 00:03:00, 00:00:53.
9. Neutralizados ou Neutro: São trechos de parada, onde a Equipe tem um tempo estipulado para descanso, cálculo, lanche, etc. Esse tempo é identificado na planilha por: Hora, minutos e/ou segundos: Ex: 01:02:45, 00:03:00. 00:00:53.
10. Ramificações: no mínimo 1 (Um) integrante da Equipe deverá percorrer o trecho de ramificação descrito na planilha. No trecho de ramificação e no trecho a ser percorrido pelo restante da equipe poderá haver todos os tipos de PC.
11. Provas Especiais: Atividades como Travessia de barco, bóia, tirolesa, rapel, plantio de árvores, etc., que a equipe terá um tempo para executar. O local da Prova Especial e seu referido tempo estarão identificados na planilha ou serão indicados durante o percurso. A equipe poderá ser penalizada caso não realize as atividades determinadas na prova especial ou, ainda, poderá ser determinado um bônus para as equipes que a realizarem.
REGRA 4 – As planilhas
1. Serão fornecidas, no mínimo, 3 planilhas para cada equipe. O fornecimento e custo de planilhas extras ficam a critério de cada organização. As equipes poderão reservá-las até a quarta-feira que antecede a prova através de um email à ORGANIZAÇÃO.
2. É responsabilidade exclusiva das equipes a conferência da quantidade e da seqüência das páginas das planilhas. Não serão aceitos recursos sobre este tópico.
3. A planilha terá 3 colunas: A primeira, com a distância em metros (parcial e acumulada); a segunda, com o desenho da referência (padrão tulipa) ou indicação de bússola, referente à direção a ser seguida; e a terceira, com informações complementares (alertas de perigo, graus de bússola, etc.).
4. Cada tipo de trecho será informado por meio de indicação que utiliza horizontalmente as três colunas da planilha.
5. Neutralizados e neutros serão tratados como trechos nas planilhas.
6. Durante o percurso poderá haver instruções para inclusão, exclusão ou não utilização de trechos.
7. Poderá haver formas diferenciadas de navegação (ex: navegar a planilha ao contrário) ou entrega de planilhas somente no horário ideal de largada.
INDICAÇÕES DE DISTÂNCIAS
8. Nas referências em que for informada a distância, essa informação será em metros e de duas maneiras: A de cima fornece a metragem parcial e a de baixo a acumulada.
9. Um trecho poderá ou não começar da metragem 0 (Zero). Ele poderá iniciar com a seqüência de metragem do(s) trecho(s) anterior(es).
10. Poderá haver TRECHO ABERTO, e significa que não foi fornecida a distância final do trecho. Neste caso, a equipe deverá valer-se de sua medição de distância para determinar a metragem final do trecho e prosseguir dentro do seu tempo ideal.
11. Sempre que houver um TRECHO ABERTO o trecho seguinte poderá ser um neutralizado para cálculo dos tempos em função da informação de metragem ou poderá ter uma média de velocidade compatível para que sejam feitos os cálculos necessários para a continuação da prova.
INDICAÇÕES DE ROTEIRO
12. Os desenhos das referências utilizarão o padrão Tulipa. O sentido de leitura de cada referência será sempre de baixo para cima. Na simbologia empregada, a “bolinha” indica o local de onde a Equipe vem, a “setinha” indica a direção que a equipe deve seguir, e o “quadradinho” indica o local exato da medição.
13. Os desenhos das referências que simbolizam interseções, desvios, obstáculos, casas, porteiras, cercas, etc., deverão representar com a maior fidelidade possível as situações reais do roteiro. E devem estar em acordo com o padrão da FEMEP.
14. Poderá ser exigida a navegação por meio do uso de bússola, com a indicação do rumo (em graus, na coluna das informações complementares) a ser seguido. Essa navegação poderá apontar a localização de uma referência a ser encontrada (“pela trilha”, “por trás da pedra”) ou uma linha reta a ser seguida, ignorando obstáculos naturais do roteiro (siga a “X” graus).
INDICAÇÕES DE VELOCIDADE
15. A velocidade para realização do trecho será sempre fornecida em M/Min (metros por minuto), mesmo que a unidade de medida não esteja explicitamente representada.
16. Não poderá haver velocidades representadas por números fracionados.
ALTERAÇÕES DE ROTEIRO / BRIEFING
17. No caso de modificações no roteiro antes do início da prova, as mesmas serão afixadas no quadro de avisos, próximo ao check-in ou à largada. É responsabilidade da equipe verificar o quadro de avisos da etapa antes da largada. Não serão aceitos recursos sobre esse item.
18. Nos trinta minutos que antecedem a largada da primeira equipe, em cada prova, poderá haver um briefing com informações sobre a prova, cuidados especiais e comportamentos recomendados para uma boa disputa.
19. É responsabilidade da equipe participar do briefing ou se informar com outras equipes sobre o que foi informado, não cabendo recurso, indenização ou compensação à equipe que não comparecer ao mesmo.
20. Imprevistos no percurso durante a realização da prova (gado, cachorros, porteira trancada, atoleiros, vespas, queda de barreira, etc.), que dificultem ou impeçam a equipe de passar por determinado ponto, fazem parte da competição, devendo a equipe encontrar meios que a conduzam ao roteiro original, permanecendo os tempos ideais inalterados, não cabendo recursos quanto à estas situações.
REGRA 5 – Apuração do desempenho das equipes nas provas
1. A apuração deverá ser eletrônica com chips e poderá haver cartão de comprovação de passagem pelos postos de controle – PC’s (para perfuração, colagem de etiquetas, assinatura do PC, etc).
2. A ORGANIZAÇÃO fornecerá o relógio oficial da prova, com hora, minuto e segundo, que será a referência de todas as atividades da ETAPA, devendo estar disponível às equipes, no máximo, trinta minutos antes da largada da primeira equipe.
POSTOS DE CONTROLE – PC’s
3. Os PC’s serão colocados no percurso para a verificação do desempenho das equipes nas provas em locais de conhecimento exclusivamente da ORGANIZAÇÃO e das pessoas autorizadas do staff, podendo estar ou não nas referências da planilha e/ou em ordem numérica.
4. Os PC’s poderão ser operados por pessoas ou pela própria equipe (PC placa). Nos PC’s placa, a equipe deverá “chipar” no momento em que se considerar no horário ideal de passagem. As pessoas que operarem os PC’s serão treinadas para a operação dos coletores, poderão aplicar penalidades e serão orientados para não responder a qualquer tipo de indagação dos participantes.
5. A equipe que solicitar orientação aos PC’s ou resgates assumirá o risco da imprecisão das informações, não podendo interpor recurso sobre o assunto questionado.
6. A autoridade dos PC’s é inquestionável. As pessoas que os operam, os resgates, o diretor de Trilha e a ORGANIZAÇÃO poderão aplicar penalidades caso entendam necessário.
7. Os PC’s poderão ser de tempo, roteiro, virtual, “de erro” ou móvel:
Tempo: Registra a hora, minuto e segundo em que a equipe passa em um ponto determinado do percurso. Este tipo de PC poderá ser de placa, sem a presença de operador do coletor (o coletor fica numa placa, a equipe marca a passagem e “chipa” para descarregar o tempo, ao seu exclusivo critério);
Roteiro: Registra se a equipe está no percurso determinado pela ORGANIZAÇÃO;
Virtual: Registra a distância que a equipe mediu em um trecho determinado pela ORGANIZAÇÃO;
Punição: Colocado fora do percurso correto, penaliza em pontos a equipe que por ele for anotada.
Móvel: Poderá, aleatoriamente (sem obrigação de fiscalizar todas as equipes), registrar o número de integrantes de qualquer equipe, o tempo de passagem entre os integrantes da equipe, verificar o uso de equipamentos obrigatórios, conferir a utilização de equipamentos proibidos, etc., podendo surpreender as equipes em qualquer ponto do percurso, por mais de uma vez;
8. Ao avistar o PC, a equipe deverá prosseguir normalmente, respeitando a fila (se houver). Caso a equipe pare na área de visão do PC de tempo, o tempo será registrado no momento da parada e a equipe poderá ser penalizada.
9. Se somente um integrante da equipe chegar no PC, este não realizará a coleta do tempo da equipe, até a chegada de, pelo menos, mais um integrante. Neste caso, o PC poderá aplicar a penalidade prevista neste documento.
10. Após o registro do tempo, apenas um integrante da equipe deverá se dirigir até o PC para que o mesmo descarregue o tempo no chip da equipe. Em hipótese alguma o PC informará para a equipe o local onde será efetuada a coleta do tempo de passagem.
11. Depois de descarregado o tempo no chip da equipe, o mesmo integrante poderá perfurar o cartão de passagem (ou colher a assinatura do PC, ou receber a etiqueta do PC, etc), caso haja, para a confirmação física da passagem da equipe pelo PC.
12. A comprovação de empréstimo de etiqueta de passagem, de cartão de passagem ou a marcação fraudulenta do mesmo (caso haja) implica em imediata desclassificação da(s) equipe(s) envolvida(s), sem direito a recurso.
13. Se a equipe passar 2 vezes no mesmo PC (Máquina), SEMPRE será válido o primeiro tempo anotado.
14. Poderá haver situações em que a equipe deverá passar mais de uma vez no mesmo PC. Neste caso, a ORGANIZAÇÃO, em conjunto com o APURADOR, determinará como será efetuada a coleta dos tempos pelos PC’s.
15. Os PC’s serão colocados no percurso, no máximo, 15 minutos antes do horário ideal de passagem da primeira equipe (mas poderão ser colocados com horas de antecedência) e lá permanecerão até 10 minutos após o tempo ideal de passagem da última equipe, ou até a passagem do resgate final (limpa trilha).
16. Para cada PC haverá um ponto físico (estaca, toco, galho, linha imaginária, etc.) onde será efetuada a medição do desempenho da equipe (tempo de passagem, distância do trecho, etc.). Este critério poderá ser diferente para cada PC em uma prova.
17. Fica a critério exclusivo da ORGANIZAÇÃO penalizar ou não as equipes que chegarem ao PC em sentido diverso ao previsto pela planilha. Caso essa penalização seja aplicada em uma prova, a ORGANIZAÇÃO comunicará a todos, na planilha, no briefing ou no quadro de avisos.
18. A princípio, as anotações serão referentes ao primeiro integrante da equipe a passar por este ponto, podendo a ORGANIZAÇÃO alterar este critério, para que as anotações sejam efetuadas no integrante que esteja usando o colete. Poderão haver, dentro da mesma prova, a critério da ORGANIZAÇÃO, PC’s que anotarão o tempo no primeiro integrante e PC’s que anotarão o tempo no integrante com o jaleco. Serão coibidas as tentativas de envio de “batedores” pelas equipes.
19. O PC Virtual registrará a distância fornecida por um integrante da equipe, que deverá conferir o valor digitado pelo PC antes de ser descarregado no chip. Após a confirmação não haverá possibilidade de nova anotação. Em nenhuma hipótese serão aceitos recursos sobre esta situação.
20. A critério da ORGANIZAÇÃO, por eventuais necessidades técnicas ou físicas, um PC de tempo ou virtual poderá ser convertido em PC de roteiro, sendo penalizadas as equipes que por ele não tenham passado.
21. Não haverá descarte de PC’s.
REGRA 6 – Resultados das provas
1. Em cada prova as equipes largarão com 0 (zero) pontos e, em virtude de seu desempenho nos PC’s ou por cometer penalidades, ganharão pontos.
2. Ao fim de cada prova a equipe entregará à ORGANIZAÇÃO o chip que utilizou e o cartão de passagem (caso haja), para a emissão de sua ficha de performance. As equipes serão classificadas pela ordem crescente de pontos, sendo declarada vencedora aquela que somar o menor número de pontos.
3. Os critérios para apuração dos pontos são os seguintes:
NOS PC’S
4. PC de tempo - para cada segundo atrasado = 1 (um) ponto, sem tolerância.
- para cada segundo adiantado = 2 (dois) pontos, sem tolerância.
– acima de dez minutos atrasados = 600 (seiscentos) pontos (valor fixo).
– acima de cinco minutos adiantados = 600 (seiscentos) pontos (valor fixo).
– se a equipe não passou por ele = 800 (oitocentos) pontos (valor fixo).
PC virtual – para cada metro a mais ou a menos da distância correta = 1 (um) ponto.
- se a equipe não passou por ele = 800 (oitocentos) pontos (valor fixo).
PC de roteiro - se a equipe passou por ele = 0 (zero) pontos.
- se a equipe não passou por ele = 800 (oitocentos) pontos (valor fixo).
PC de punição - se a equipe passou por ele = 200 (duzentos) pontos (valor fixo).
- se a equipe não passou por ele = 0 (zero) pontos.
PC móvel – poderá aplicar as penalidades previstas a seguir.
PENALIDADES
5. As penalidades poderão ser aplicadas por qualquer PC, pelos resgates, pelo diretor de trilha ou pela ORGANIZAÇÃO.
6. As penalidades não são lançadas nos equipamentos de coleta de dados nem no chip da equipe. O aplicador da penalidade comunicará o APURADOR e a ORGANIZAÇÃO, o que poderá ocorrer após a divulgação do resultado da etapa. Somente neste caso o resultado de uma etapa poderá ser alterado, com ampla divulgação da penalidade aplicada.
7. Os pontos para cada penalidade são:
- 800 (oitocentos) pontos = passar pelo PC com menos de dois integrantes ou não passar por ele.
- 800 (oitocentos) pontos = passar pelo PC com nº de integrantes acima do declarado na inscrição.
- 800 (oitocentos) pontos = recusar-se a descarregar o tempo do PC no chip após o “bip”.
- 800 (oitocentos) pontos = não largar no horário estabelecido pela ORGANIZAÇÃO.
- 800 (oitocentos) pontos = andar com intervalo superior a 30 segundos entre os integrantes da equipe.
- 800 (oitocentos) pontos = não utilizar equipamentos de uso obrigatório.
- 800 (oitocentos) pontos = tumultuar o trabalho do PC.
- 800 (oitocentos) pontos = não respeitar a fila do PC.
- 800 (oitocentos) pontos = parar no campo de visão do PC, depois de alertada a equipe.
- 800 (oitocentos) pontos = não fechar porteiras, quando determinado na planilha.
8. Se por qualquer motivo, um integrante da equipe necessitar abandonar a prova, a mesma deverá deixá-lo no PC mais próximo ou com um resgate da prova. A equipe não poderá prosseguir na prova sem esse procedimento, situação em que a equipe sofrerá a penalidade de 800 (oitocentos) pontos perdidos em todos os PC’s que passar sem esse integrante. Não caberá recurso sobre esse item.
PERFORMANCE DAS EQUIPES
9. Ao fim de cada prova, após a entrega do chip e do cartão de passagem (caso haja) à ORGANIZAÇÃO, estes serão levados ao APURADOR, que emitirá a ficha de performance da equipe.
10. As fichas de performance serão entregues pela ORGANIZAÇÃO às equipes, a seu exclusivo critério, à medida em que as equipes forem chegando, em lotes ou até, no máximo, trinta minutos após a chegada a última equipe.
11. Apenas durante os vinte minutos que sucederem a entrega da ficha de performance à equipe, a ORGANIZAÇÃO receberá reclamações e recursos sobre a mesma. Este prazo é improrrogável.
12. Decorridos os vinte minutos não serão aceitos pela ORGANIZAÇÃO nenhuma reclamação ou recurso, em nenhuma hipótese, sem direito a nenhuma reparação às equipes que não se utilizarem do período reservado a tais solicitações.
13. A entrega da ficha de performance faz parte da prova. Sendo assim, a equipe que não a retirar quando chamada pela ORGANIZAÇÃO não terá direito a reclamações ou recursos. É responsabilidade exclusiva da equipe acompanhar as atividades da ORGANIZAÇÃO para ter informações sobre o momento da entrega da ficha de performance.
RECURSOS
14. Qualquer equipe inscrita que se julgar prejudicada terá o direito de apresentar recursos, desde que interpostos em formulário próprio, dentro do período previsto, por escrito, e entregue em mãos ao Diretor de Prova da ORGANIZAÇÃO.
15. No julgamento dos recursos sobre tempos e passagens ou não pelos PC’s é soberano o registro do coletor.
16. Não será aceito recurso de uma equipe contra outra, apenas contra a ORGANIZAÇÃO.
17. Enquanto os recursos não forem julgados não haverá entrega de prêmios nem oficialização do resultado.
18. A ORGANIZAÇÃO convocará o diretor de trilha e, a seu exclusivo critério, representantes de entidades do esporte ali presentes, para deliberação sobre o recurso interposto.
19. A decisão sobre os recursos será divulgada pela ORGANIZAÇÃO a todos que estiverem presentes e dela não caberá recurso ou reparação de qualquer natureza.
RESULTADO OFICIAL
20. Não havendo recursos ou após a divulgação da(s) decisão(ões) sobre o(s) mesmo(s), será divulgado o resultado oficial da prova. Este resultado não será passível de recursos nem alterações, exceto no caso do item 6 deste capítulo.
REGRA 7 – Motivos para desclassificação
1. Será desclassificada sumariamente, sem direito a protesto ou recurso, a equipe que praticar as seguintes condutas:
- desrespeitar a propriedade alheia ou a natureza, causando sua danificação, destruição ou desvalorização. (Esta penalidade não isenta a equipe de responder civil e criminalmente pelos atos praticados);
- desrespeitar as pessoas, praticando atos antidesportivos entre equipes ou entre membros da própria equipe;
- ingerir bebidas alcoólicas ou fazer uso de substâncias proibidas durante a realização da etapa;
- retirar do percurso qualquer tipo de marcação ou orientação, sejam públicas ou da ORGANIZAÇÃO;
- trocar integrantes da equipe sem solicitação à ORGANIZAÇÃO e sua respectiva aceitação;
- obstruir propositadamente a passagem de outra equipe;
- desrespeitar ou desacatar as decisões da ORGANIZAÇÃO e orientações dos resgates ou dos PC’s;
- alterar anotações ou mexer nos coletores dos PC’s;
- não entregar o chip após a passagem pelo PC de chegada;
- não entregar o cartão de passagem ao PC de chegada, quando houver;
- não devolver o colete ao PC de chegada;
- andar (mesmo que só com um integrante) pelo percurso da etapa antes da sua largada;
- passar ou receber informações da etapa para equipes que ainda não largaram (posição de PC, distâncias, PC virtual, etc.);
- jogar lixo, folhas de planilhas, pilhas, etc., no percurso;
- utilizar equipamentos de comunicação (celulares, pagers, rádios ou similares) em benefício próprio nas provas;
- utilizar equipamentos mecânicos de medição: “rodinha”, trena, barbantes, cordas, binóculos, etc.;
- utilizar equipamentos eletrônicos de medição: GPS ou similar, lasers, ultra-som, etc.;
- utilizar “batedor” durante a etapa (verificando a colocação dos PC’s, dificuldades, etc.);
- fornecer ou receber de outra equipe a confirmação física de passagem da equipe por PC;
- depois de ser registrada no PC de chegada, voltar à trilha para registrar um PC que não tenha registrado;
- largar sem chip ou cartão de passagem (caso haja) nos PC’s, quando houver;
- tentar se comunicar, entrar em contato ou influenciar o APURADOR antes da divulgação dos resultados oficiais.
2. A desclassificação poderá ser por uma prova ou eliminação do Circuito. Para essa decisão, a ORGANIZAÇÃO convocará o diretor de trilha e, a seu exclusivo critério, representantes de entidades do esporte ali presentes.
3. A eliminação do Circuito ou a desclassificação em uma prova são definitivas e não geram direito a reparação ou ressarcimento de qualquer natureza.
4. A desclassificação em uma prova lança a equipe ao último lugar da classificação da etapa.
5. No caso de duas ou mais equipes desclassificadas na mesma prova, será considerado o desempenho das equipes na prova que gerou a desclassificação, independentemente em que ponto esta aconteceu, apenas para determinar a ordem final de classificação, nos últimos lugares.
REGRA 8 – Equipamentos
De uso obrigatório
1. INDIVIDUAIS: Calçado apropriado para caminhada, roupas leves e confortáveis, lanterna e pilhas (inclusive nas provas realizadas durante o dia) e Kit para hidratação (squeeze, camelback, etc.).
2. POR EQUIPE: Kit de primeiros socorros, bússola, cronômetro ou relógio, calculadora, caneta, recipiente para lixo e kit com alimentação leve.
3. A critério da ORGANIZAÇÃO cada equipe poderá receber um colete numerado, que será sua identificação durante as provas. Este colete é de uso obrigatório por um integrante da equipe, e sua ausência será causa de desclassificação automática da prova, sem direito qualquer reparação ou indenização.
4. Na chegada a equipe devolverá o colete à ORGANIZAÇÃO, sob pena de desclassificação automática da prova, sem direito qualquer reparação ou indenização.
5. A ORGANIZAÇÃO é soberana para impedir que qualquer equipe participe de alguma das etapas caso constate a ausência de algum dos equipamentos de uso obrigatório, não cabendo às equipes direito à indenização ou compensação.
Permitidos e proibidos
6. PERMITIDOS: Pedômetro, Palm, Notebook, HP, Totem, Winner, Compass, telefones celulares (apenas para emergências).
7. PROIBIDOS: GPS, Rádios, Trena de Roda, Trena manual ou qualquer outro dispositivo de medição que não seja o próprio contador de passos.
8. A utilização de equipamentos proibidos implicará na desclassificação automática da prova, sem direito qualquer reparação ou indenização.
REGRA 9 –Ação Social
A Federação Mineira de Trekking (FEMEP) valoriza e incentiva a existência de ações sociais nos circuitos filiados como forma de reconhecimento e engrandecimento do esporte. No entanto, a mesma deixa a cargo de cada ORGANIZAÇÃO definir as características de tal contribuição nos seus circuitos, podendo esta ocorrer esporadicamente ou permanentemente, sendo igual entre as etapas ou não.
FEMEP – Federação Mineira de Trekking
www.femep.com.br






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